Por Lana Bank
Novamente fecho meus olhos, deitada em minha cama sinto a brisa fresca que pela janela do meu quarto invade minha alma.
Mesmo deitada continuo caminhando. Caminhando através das horas, dos minutos, que me conduzem a um futuro tão próximo, porém tão desconhecido que chega a assustar. Me assusta também saber para onde meus próprios pés gostariam de me levar.
Mesmo sem saber o que me espera, não sinto medo de continuar. Faço as coisas do meu jeito, ouço sempre meu coração, e quero que a razão fique sempre longe de mim…ela nos limita. Na história de nossa vida, onde somos protagonistas, ela faz nos sentir figurantes, dando total liberdade para que as pessoas ao redor sejam juntamente os diretores.
Não é assim que gosto de viver…Vivo um dia de cada vez…sigo apenas o que sinto…e se meu coração pede para agir ou esperar eu o obedeço, pois a cada dia que passa tenho a constante certeza de que fui plenamente “eu”.
E se eu errar…não vai importar…pois tenho a eternidade para consertar!!!
Lindo!!!
Inspiradíssima!